1. “Ao debruçar-se sobre o trabalho, a Economia toma (1) a pessoa humana não só como objectivo mas como (2) meio para esse objectivo.”
Explica se no estudo da oferta de trabalho, João César das Neves, evidencia maior preocupação com as (1) pessoas ou com (2) o resultado do seu trabalho? Justifica.
No estudo da oferta de trabalho, João César das Neves, evidencia maior preocupação com as pessas, porque ele acha que o trabalho é constituído por pessoas, ao debruçar-se sobre o trabalho, a Economia toma a pessoa humana não só como objectivo mas como meio para esse objectivo.
2. Indica exemplos de factores extra-económicos que deveriam ser considerados numa abordagem completa da oferta de trabalho.
Exemplo de factores extra-económicos: efeitos psicológicos, sociais, culturais, etc.
3. Indica as determinantes:
a) potenciais da oferta de trabalho;
A dimensão da população activa, a taxa de nascimentos e mortes, as migrações e o serviço militar.
b) circunstanciais da oferta de trabalho.
O nível de desemprego, o horário de trabalho, etc.
4. A níveis relativamente baixos dos salários a curva da oferta de trabalho é crescente. Justifica.
A níveis de salários baixos, aumentando a remuneração, aumenta a oferta de trabalho.
5. A níveis relativamente elevados dos salários a curva da oferta de trabalho é decrescente. Justifica.
Porque para os salários altos, aparecem por vezes situações em que um aumento de salário reduz a quantidade oferecida de trabalho.
6. Como explica João César das Neves que os mais jovens se sintam menos atraídos pelo trabalho que os seus pais? Justifica.
Porque as críticas dos mais velhos à nova geração, dizendo que esta não gosta de trabalhar, pois aos níveis actuais de ordenado trabalham menos que os seus pais, aparece aqui verdadeiramente enquadrado; na verdade, o nível seperior de salário não é, necessariamente, um incentivo para mais trabalho.
7. Como explica João César das Neves que os habitantes dos países subdesenvolvidos se sintam menos atraídos pelo trabalho que os europeus? Justifica.
Porque num país subdesenvolvido onde existem poucas coisas para comprar, não há incentivo para trabalhar mais do que o necessário para satisfazer as necessidades básicas.
8. Enumera outras questões que afectem a oferta de trabalho, além das já referidas.
As dificuldades, os riscos e as incomodidades relativas das várias tarefas.
A preparação necessária, o risco pessoal envolvido e a repulsa, pessoal e social.
Os dotes ou qualidades especiais das pessoas.
Situações de discriminação(sexo, raça, etc), onde o trabalho não é avaliado em termos estritamente produtivos.
A estrutura do mercado de trabalho se tem alterado, no sentido de diminuir o grau de concorrência.
O aparecimento de sindicatos e associações patronais e o uso de instrumentos como greves e negociação colectiva, tem cartelizado e monopolizado o mercado de trabalho.
quarta-feira, 18 de março de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
Estruturas de Mercado
A concorrência entre poucas empresas designa-se oligopólio. O caso particular de existirem apenas dois produtores designa-se de duopólio. Monopólio se existir um único produtor.
1. Observando a tabela de Francisco Pereira de Moura distingue concorrência pura de monopólio. Quanto ao número de empresas a vender, em concorrência pura são muitas, em monopólio é apenas uma.
Quanto à dimensão das empresas, em concorrência pura são pequenas, enquanto no monopólio esta é grande.
Quanto ao produto admite-se que em concorrência pura as empresas produzem produtos similares, isto é com as mesmas características, indiferenciados.
Quanto ao domínio das empresas sobre os preços, este é impensável em concorrência pura, mas será o aspecto mais negativo apontado ao monopólio.
2. Indica as quatro hipóteses admitidas em concorrência perfeita.As quatro hipóteses são:
a) As empresas vendem um produto padronizado (homogéneo ou indiferenciado);
b) As empresas são aceitantes de preços, isto é, nenhuma tem poder para os influenciar.
c) Os factores de produção são perfeitamente variáveis a longo prazo;
d) As empresas e os consumidores têm informação perfeita.
3. Critica cada uma das quatro hipóteses acima lendo o texto de Robert Frank.
a) As empresas vendem um produto padronizado: Não há substitutos perfeitos para quem conhece bem os produtos. Quem aprecia cerveja distingue uma SUPER BOCK ou uma CARLSBERG de uma SAGRES. Para quem não gosta de cerveja, provavelmente serão iguais.
b) As empresas sâo aceitantes de preços, isto é, nenhuma tem poder para os influenciar: Esta condição é provavelmente satisfeita no mercado da "bica", visto que podemos optar entre numerosos cafés. Noutros sectores de actividade, portugal é um país tão pequeno que para as empresas terem dimensão suficiente para se manterem no negócio, facilmente adquirem
capacidade para influenciar os preços, porque são poucas em cada ramo de actividade.
c) Os factores de produção são prefeitamente variaveis a longo prazo: A mobilidade do trabalho é particularmente inverosímil, porque as pessoas vivem condicionadas pela sua cultura.
d) As empresas e os consumidores têm informação perfeita: Muitos continuam a achar que "o segredo é alma do negócio", ocultando deliberadamente informação. O mundo é complexo e existem inevitavelmente muitos aspectos sobre os quais a informação nos espaca.
4. Distingue concorrência perfeita de concorrência monopolista associando cada uma destas formas de mercado a uma das situações A ou B cuja curva da procura se apresenta. Justifica a resposta com Richard Lipsey.
A Situação A representa a concorrrência porque as empresas são aceitantes de preços. Dada a sua reduzida dimensão conseguem vender toda a produção ao preço estabelecido no mercado, mas se aumentarem o preço um cêntimo deixam vender, porque os consumidores irão optar por outros vendedores. portanto as empresas em concorrência enfrentam uma curva da procura que tem a configuração de uma recta horizontal.
A Situação B representa a concorrência monopolista, em que cada produtor vende um produto que difere um pouco do vendido pelos competidores. Se a empresa subir o preço, diminuirá os negócios em benefício dos seus concorrentes; não perderá, porém, todos os seus clientes só porque o seu preço é mais elevado que deles. É que a diferenciação do produto em relação aos concorrentes fará com que algumas pessoas os prefiram aos outros, apesar do seu preço um pouco mais alto. Quanto mais diferenciado for o produto relativamente aos seus conpetidores, menor será a elasticadade da curva da procura, traduzindo-se graficamente na sua maior inclinação.
1. Observando a tabela de Francisco Pereira de Moura distingue concorrência pura de monopólio. Quanto ao número de empresas a vender, em concorrência pura são muitas, em monopólio é apenas uma.
Quanto à dimensão das empresas, em concorrência pura são pequenas, enquanto no monopólio esta é grande.
Quanto ao produto admite-se que em concorrência pura as empresas produzem produtos similares, isto é com as mesmas características, indiferenciados.
Quanto ao domínio das empresas sobre os preços, este é impensável em concorrência pura, mas será o aspecto mais negativo apontado ao monopólio.
2. Indica as quatro hipóteses admitidas em concorrência perfeita.As quatro hipóteses são:
a) As empresas vendem um produto padronizado (homogéneo ou indiferenciado);
b) As empresas são aceitantes de preços, isto é, nenhuma tem poder para os influenciar.
c) Os factores de produção são perfeitamente variáveis a longo prazo;
d) As empresas e os consumidores têm informação perfeita.
3. Critica cada uma das quatro hipóteses acima lendo o texto de Robert Frank.
a) As empresas vendem um produto padronizado: Não há substitutos perfeitos para quem conhece bem os produtos. Quem aprecia cerveja distingue uma SUPER BOCK ou uma CARLSBERG de uma SAGRES. Para quem não gosta de cerveja, provavelmente serão iguais.
b) As empresas sâo aceitantes de preços, isto é, nenhuma tem poder para os influenciar: Esta condição é provavelmente satisfeita no mercado da "bica", visto que podemos optar entre numerosos cafés. Noutros sectores de actividade, portugal é um país tão pequeno que para as empresas terem dimensão suficiente para se manterem no negócio, facilmente adquirem
capacidade para influenciar os preços, porque são poucas em cada ramo de actividade.
c) Os factores de produção são prefeitamente variaveis a longo prazo: A mobilidade do trabalho é particularmente inverosímil, porque as pessoas vivem condicionadas pela sua cultura.
d) As empresas e os consumidores têm informação perfeita: Muitos continuam a achar que "o segredo é alma do negócio", ocultando deliberadamente informação. O mundo é complexo e existem inevitavelmente muitos aspectos sobre os quais a informação nos espaca.
4. Distingue concorrência perfeita de concorrência monopolista associando cada uma destas formas de mercado a uma das situações A ou B cuja curva da procura se apresenta. Justifica a resposta com Richard Lipsey.
A Situação A representa a concorrrência porque as empresas são aceitantes de preços. Dada a sua reduzida dimensão conseguem vender toda a produção ao preço estabelecido no mercado, mas se aumentarem o preço um cêntimo deixam vender, porque os consumidores irão optar por outros vendedores. portanto as empresas em concorrência enfrentam uma curva da procura que tem a configuração de uma recta horizontal.
A Situação B representa a concorrência monopolista, em que cada produtor vende um produto que difere um pouco do vendido pelos competidores. Se a empresa subir o preço, diminuirá os negócios em benefício dos seus concorrentes; não perderá, porém, todos os seus clientes só porque o seu preço é mais elevado que deles. É que a diferenciação do produto em relação aos concorrentes fará com que algumas pessoas os prefiram aos outros, apesar do seu preço um pouco mais alto. Quanto mais diferenciado for o produto relativamente aos seus conpetidores, menor será a elasticadade da curva da procura, traduzindo-se graficamente na sua maior inclinação.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Elasticidade da procura
1. “Qualquer variação da curva da oferta tem efeitos muito diversos que dependem da inclinação da curva da procura.”Observando as Figuras 10.1 I e II, a primeira com uma procura elástica, a segunda com uma procura rígida, verifica em qual das situações os consumidores se adaptariam melhor à redução da oferta. Justifica.
Na fig. 10.1 (II), os consumidores se adaptariam melhor à redução da oferta, porque a subida de preço tem um efeito muito reduzido sobre o volume da procura.
2. Observa as Figuras 10.2. I e II. Explica porque razão será enganador abordar a questão das elasticidades a partir da representação gráfica das curvas.
Porque devemos observar as mudanças reais do volume da procura em resposta a uma certa variação do preço. isto, porém, pode ainda não ser suficiente para nos permitir comparar os graus de sensibilidade de produtos diferentes.
3. Explica porque razão a sensibilidade da oferta e da procura a variações de preços não se deve medir com valores numéricos absolutos, sendo mais elucidativo saber as percentagens de variação dos preços dos vários artigos.
Um aumento de 50 cêntimos no preço de uma bica corresponde a um aumento de 100% em alguns cafés onde ainda custa 0.50€. Se uma aparelhagem de 1.000 € subir 50 cêntimos, isso é absolutamente irrelevante, correspondendo a um aumento de 0.05%. Portanto os valores percentuais são mais expressivos.
4. Apresenta a definição formal de elasticidade procura-preço.
Definição formal de elasticidade procura-preço: Definimos a sensibilidade da procura às variações de preço.
5. Justifique o valor negativo da elasticidade procura-preço recordando a relação da curva da procura.
Se a variação da quantidade aumentar (diminuir), então a variação dos preços diminui (aumenta). variam em sentido inverso porque a curva da procura tem declive decrescente.
6. Se os preços subirem, qual será o seu impacto sobre a procura no caso de a elasticidade procura-preço ser:
a) Perfeitamente rígida (e=0);
O volume da procura não varia com as variações de preço.
b) Rígida (0 <>
O volume da procura varia, mas menos que o preço.
c) Unitária (e=1);
O volume da procura varia em percentagem igual ao preço.
d) Elástica (1 <>
O volume da procura varia em percentagem superior ao preço
e) Perfeitamente elástica (e=infinito).
Os compradores estão aptos a comprar tudo quanto podem obter a um certo preço e nada a um preço mesmo só ligeiramente superior.
7. Classifica a elasticidade procura-preço de curvas da procura com a configuração de uma:
a) recta vertical;
Curva da procura de elasticidade zero.
b) recta horizontal;
Curva da procura de elasticidade infinita.
c) hipérbole.
Curva da procura de elasticidade um.
8. Que interesse terá para uma empresa monopolista conhecer a elasticidade procura-preço do seu mercado?
O monopolista tem interesse em ir aumentando a sua produção na zona elástica da curva da procura, porque aí a sua receita total (TR) vai subindo.
Não tem interesse em produzir na zona não inelástica da curva da procura, porque aí a sua receita total (TR) desce.
9. Distinga bens de luxo de artigos de primeira necessidade recorrendo à elasticidade procura-preço.
Se e QP <>
Se e QP > 1 a procura é elástica - caso dos bens de luxo.
10. Define elasticidade procura-rendimento.
e QY = - variação da quantidade transaccionada, em % / variação do rendimento, em %.
11. Distingue bens normais de bens inferiores utilizando a elasticidade procura-rendimento.
Se e QY > 0 os bens são normais, isto é, quanto aumenta o rendimento aumenta a sua procura.
Se e QY <>
12. Interpreta o significado de a elasticidade procura-rendimento ser maior que zero e menor que um.
Se 0 <>
13. Apresenta a definição de elasticidade cruzada.
e Qx py = variação da quantidade do bem x, em % / variação do preço do bem y, em %.
14. Recorrendo à elasticidade cruzada, caracteriza:
a) bens substitutos (sucedâneos);
e Qx py > 0 Exemplo: Se aumentar o preço da margarina, aumenta a procura da manteiga porque são bens sucedâneos.
b) bens complementares;
e Qx py <>
c) bens independentes.
e Qx py igual ou próxima de 0 Exemplo: Se aumentar o preço do cimento, este provavelmente não terá qualquer relação com a procura de cerveja porque são bens independentes.
Na fig. 10.1 (II), os consumidores se adaptariam melhor à redução da oferta, porque a subida de preço tem um efeito muito reduzido sobre o volume da procura.
2. Observa as Figuras 10.2. I e II. Explica porque razão será enganador abordar a questão das elasticidades a partir da representação gráfica das curvas.
Porque devemos observar as mudanças reais do volume da procura em resposta a uma certa variação do preço. isto, porém, pode ainda não ser suficiente para nos permitir comparar os graus de sensibilidade de produtos diferentes.
3. Explica porque razão a sensibilidade da oferta e da procura a variações de preços não se deve medir com valores numéricos absolutos, sendo mais elucidativo saber as percentagens de variação dos preços dos vários artigos.
Um aumento de 50 cêntimos no preço de uma bica corresponde a um aumento de 100% em alguns cafés onde ainda custa 0.50€. Se uma aparelhagem de 1.000 € subir 50 cêntimos, isso é absolutamente irrelevante, correspondendo a um aumento de 0.05%. Portanto os valores percentuais são mais expressivos.
4. Apresenta a definição formal de elasticidade procura-preço.
Definição formal de elasticidade procura-preço: Definimos a sensibilidade da procura às variações de preço.
5. Justifique o valor negativo da elasticidade procura-preço recordando a relação da curva da procura.
Se a variação da quantidade aumentar (diminuir), então a variação dos preços diminui (aumenta). variam em sentido inverso porque a curva da procura tem declive decrescente.
6. Se os preços subirem, qual será o seu impacto sobre a procura no caso de a elasticidade procura-preço ser:
a) Perfeitamente rígida (e=0);
O volume da procura não varia com as variações de preço.
b) Rígida (0 <>
O volume da procura varia, mas menos que o preço.
c) Unitária (e=1);
O volume da procura varia em percentagem igual ao preço.
d) Elástica (1 <>
O volume da procura varia em percentagem superior ao preço
e) Perfeitamente elástica (e=infinito).
Os compradores estão aptos a comprar tudo quanto podem obter a um certo preço e nada a um preço mesmo só ligeiramente superior.
7. Classifica a elasticidade procura-preço de curvas da procura com a configuração de uma:
a) recta vertical;
Curva da procura de elasticidade zero.
b) recta horizontal;
Curva da procura de elasticidade infinita.
c) hipérbole.
Curva da procura de elasticidade um.
8. Que interesse terá para uma empresa monopolista conhecer a elasticidade procura-preço do seu mercado?
O monopolista tem interesse em ir aumentando a sua produção na zona elástica da curva da procura, porque aí a sua receita total (TR) vai subindo.
Não tem interesse em produzir na zona não inelástica da curva da procura, porque aí a sua receita total (TR) desce.
9. Distinga bens de luxo de artigos de primeira necessidade recorrendo à elasticidade procura-preço.
Se e QP <>
Se e QP > 1 a procura é elástica - caso dos bens de luxo.
10. Define elasticidade procura-rendimento.
e QY = - variação da quantidade transaccionada, em % / variação do rendimento, em %.
11. Distingue bens normais de bens inferiores utilizando a elasticidade procura-rendimento.
Se e QY > 0 os bens são normais, isto é, quanto aumenta o rendimento aumenta a sua procura.
Se e QY <>
12. Interpreta o significado de a elasticidade procura-rendimento ser maior que zero e menor que um.
Se 0 <>
13. Apresenta a definição de elasticidade cruzada.
e Qx py = variação da quantidade do bem x, em % / variação do preço do bem y, em %.
14. Recorrendo à elasticidade cruzada, caracteriza:
a) bens substitutos (sucedâneos);
e Qx py > 0 Exemplo: Se aumentar o preço da margarina, aumenta a procura da manteiga porque são bens sucedâneos.
b) bens complementares;
e Qx py <>
c) bens independentes.
e Qx py igual ou próxima de 0 Exemplo: Se aumentar o preço do cimento, este provavelmente não terá qualquer relação com a procura de cerveja porque são bens independentes.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Teoria elementar dos preços
1. Por que razão há somente um ponto onde o volume da procura é igual ao volume da oferta?
Uma vez que a curva da procura desce e a da oferta sobe em toda a sua extensão, há somente
um preço, 60 libras neste caso, em que o volume da procura é igual ao da oferta.
2. Define excesso da oferta.
Quanto mais alto for o preço, maio será o excesso da oferta.
3. Define excesso da procura.
Quanto mais baixo for o preço, maior será o excesso de procura.
4. “Os preços baixam quando há excesso da oferta”. Explica o comportamento dos:
a) produtores
Os produtores, ao verem que não conseguem vender alguns dos seus produtos, podem começar a pedir por eles preços mais baixos.
b) compradores
Os compradores, ao observarem o excesso de produtos por vender, podem começar a oferecer preços mais baixos. Por um ou pelos dois motivos, os preços baixam.
5. “Os preços sobem quando há excesso da procura”. Explica o comportamento dos:
a) produtores
Os produtores, podendo dispor de maior quantidade de bens do que a sua produção total, podem começar a pedir preços mais altos pelo que produziram. por um ou pelos dois motivos, os preços sobem, quando a procura excede a oferta.
b) compradores
Os compradores, que não conseguem ver satisfeitos todos os seus pedidos, podem começar a oferecer preços mais altos, num esforço para obter maior quantidade dos bens disponíveis.
6. Define preço de equilíbrio.
É o preço em que se igualam o volume da oferta e o da procura.
7. Observa a figura 7.7. Indica as causas susceptíveis de justificar:
a) um aumento da procura
-aumento do rendimento;
-aumento do preço de um sucedâneo;
-baixa do preço de um complementar;
-mudança de gosto em favor desse produto.
b) uma redução da procura
-diminuição do rendimento;
-baixa do preço de um sucedâneo;
-subida de preço de um complementar;
-mudança dos gostos em desfavor desse produto.
8. Observa a figura 8.3. Indica as causas susceptíveis de justificar:
a) um aumento da oferta
-Progresso tecnológico;
-Baixa no preço de outros artigos;
-Baixa no preço dos factores de produção utilizados na fabricação do produto.
b) uma redução da oferta
-Retrocesso da técnica(improvável);
-Aumento do preço de outros produtos;
-Aumento do preço dos factores de produção utilizados na fabricação do produto;
-Certos tipos de mudança nos objectivos dos produtores.
9. Ilustra no Paint - grava a imagem no ambiente e trabalho em formato GIF e carrega-a para o teu blogue - a "lei" da oferta e da procura correspondente ao teu grupo.
II - Diminuição da procura - Grupos A, D e GIII - Aumento da oferta - Grupos B e EIV - Diminuição da oferta - Grupo C e F
Uma vez que a curva da procura desce e a da oferta sobe em toda a sua extensão, há somente
um preço, 60 libras neste caso, em que o volume da procura é igual ao da oferta.
2. Define excesso da oferta.
Quanto mais alto for o preço, maio será o excesso da oferta.
3. Define excesso da procura.
Quanto mais baixo for o preço, maior será o excesso de procura.
4. “Os preços baixam quando há excesso da oferta”. Explica o comportamento dos:
a) produtores
Os produtores, ao verem que não conseguem vender alguns dos seus produtos, podem começar a pedir por eles preços mais baixos.
b) compradores
Os compradores, ao observarem o excesso de produtos por vender, podem começar a oferecer preços mais baixos. Por um ou pelos dois motivos, os preços baixam.
5. “Os preços sobem quando há excesso da procura”. Explica o comportamento dos:
a) produtores
Os produtores, podendo dispor de maior quantidade de bens do que a sua produção total, podem começar a pedir preços mais altos pelo que produziram. por um ou pelos dois motivos, os preços sobem, quando a procura excede a oferta.
b) compradores
Os compradores, que não conseguem ver satisfeitos todos os seus pedidos, podem começar a oferecer preços mais altos, num esforço para obter maior quantidade dos bens disponíveis.
6. Define preço de equilíbrio.
É o preço em que se igualam o volume da oferta e o da procura.
7. Observa a figura 7.7. Indica as causas susceptíveis de justificar:
a) um aumento da procura
-aumento do rendimento;
-aumento do preço de um sucedâneo;
-baixa do preço de um complementar;
-mudança de gosto em favor desse produto.
b) uma redução da procura
-diminuição do rendimento;
-baixa do preço de um sucedâneo;
-subida de preço de um complementar;
-mudança dos gostos em desfavor desse produto.
8. Observa a figura 8.3. Indica as causas susceptíveis de justificar:
a) um aumento da oferta
-Progresso tecnológico;
-Baixa no preço de outros artigos;
-Baixa no preço dos factores de produção utilizados na fabricação do produto.
b) uma redução da oferta
-Retrocesso da técnica(improvável);
-Aumento do preço de outros produtos;
-Aumento do preço dos factores de produção utilizados na fabricação do produto;
-Certos tipos de mudança nos objectivos dos produtores.
9. Ilustra no Paint - grava a imagem no ambiente e trabalho em formato GIF e carrega-a para o teu blogue - a "lei" da oferta e da procura correspondente ao teu grupo.
II - Diminuição da procura - Grupos A, D e GIII - Aumento da oferta - Grupos B e EIV - Diminuição da oferta - Grupo C e F
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Teoria elementar da oferta
1. Distingue volume da oferta de quantidade realmente vendida.A Oferta de um produto é a quantidade que os produtores podem e querem pôr à venda. Tal como a procura, a oferta mede quantidades desejadas, e mede - as em termo de fluxo: tanto por dia, por semana, por mês e por ano.
2. Verifica que a oferta varia com os objectivos das empresas, ou estratégias dos produtores.A oferta de um produto depende do objectivo das empresas: se o objectivo dos produtores foram vender o máximo possível, mesmo à custa de alguns lucros, o produto vende - se - á muito mais do que se eles pretenderem obter o máximo de lucro.
3. Explica por que razão a oferta de um produto depende do seu preço.A oferta de um produto depende do seu preço: ceteris paribus, quanto mais elevado for o preço de um produto, mais rendosa será a sua produção. Esperamos, por isso, que, quanto mais alto for o preço, maior será a oferta.
4. Explica o efeito do aumento do preço dos outros produtos sobre o volume da oferta do produto N.A oferta de um produto depende dos preços de todos os outros: em geral, o aumento de preço dos outros produtos torna relativamente menos atractiva a produção daquele cujo preço não sobe.
5. Verifica que o aumento do custo dos factores produtivos (trabalho e capital) torna mais caros os produtos nos sectores de actividade que utilizam mais intensivamente o factor produtivo que sofreu o agravamento. Refere-te ao efeito do aumento do preço do petróleo sobre os diversos sectores da actividade económica.A oferta de um produto depende do preço dos factores de produção: o aumento de preço de um factor de produção provocará grande aumento do custo de produção dos produtos que utilizarem em grande escala aquele factor, mas somente um aumento reduzido do custo de produção dos que dele precisarem em pequena escala.
6. Explicita o impacto do progresso tecnológico sobre o volume da oferta, referindo o seu efeito sobre os custos de produção.A oferta de um produto depende do estado da tecnologia : o aumento enorme
7Indica as variáveis de que depende o volume da oferta, explicitadas por Lipsey na função da oferta.
8. Explica como se chega à curva da oferta a partir da função oferta.
9. Interpreta a inclinação ascendente da curva da oferta, referindo o incentivo proporcionado pelos lucros.
10. Recorrendo às figuras 8.1 e 8.2 distingue variação da oferta de aumento da oferta.
11. Indica três factores que poderão ter estado na origem do aumento da oferta ilustrado na figura 8.2.
2. Verifica que a oferta varia com os objectivos das empresas, ou estratégias dos produtores.A oferta de um produto depende do objectivo das empresas: se o objectivo dos produtores foram vender o máximo possível, mesmo à custa de alguns lucros, o produto vende - se - á muito mais do que se eles pretenderem obter o máximo de lucro.
3. Explica por que razão a oferta de um produto depende do seu preço.A oferta de um produto depende do seu preço: ceteris paribus, quanto mais elevado for o preço de um produto, mais rendosa será a sua produção. Esperamos, por isso, que, quanto mais alto for o preço, maior será a oferta.
4. Explica o efeito do aumento do preço dos outros produtos sobre o volume da oferta do produto N.A oferta de um produto depende dos preços de todos os outros: em geral, o aumento de preço dos outros produtos torna relativamente menos atractiva a produção daquele cujo preço não sobe.
5. Verifica que o aumento do custo dos factores produtivos (trabalho e capital) torna mais caros os produtos nos sectores de actividade que utilizam mais intensivamente o factor produtivo que sofreu o agravamento. Refere-te ao efeito do aumento do preço do petróleo sobre os diversos sectores da actividade económica.A oferta de um produto depende do preço dos factores de produção: o aumento de preço de um factor de produção provocará grande aumento do custo de produção dos produtos que utilizarem em grande escala aquele factor, mas somente um aumento reduzido do custo de produção dos que dele precisarem em pequena escala.
6. Explicita o impacto do progresso tecnológico sobre o volume da oferta, referindo o seu efeito sobre os custos de produção.A oferta de um produto depende do estado da tecnologia : o aumento enorme
7Indica as variáveis de que depende o volume da oferta, explicitadas por Lipsey na função da oferta.
8. Explica como se chega à curva da oferta a partir da função oferta.
9. Interpreta a inclinação ascendente da curva da oferta, referindo o incentivo proporcionado pelos lucros.
10. Recorrendo às figuras 8.1 e 8.2 distingue variação da oferta de aumento da oferta.
11. Indica três factores que poderão ter estado na origem do aumento da oferta ilustrado na figura 8.2.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Teoria elementar da procura
1. Distingue volume da procura de quantidade adquirida ou quantidade realmente comprada e vendida.
Volume da procura é uma quantidade desejada e é quantidade que os consumidores desejam comprar, não necessariamente a que eles compram efectivamente.
A expressão volume da procura para as compras desejadas, e expressões como QUANTIDADE ADQUIRIDA ou QUANTIDADE REALMENTE COMPRADA E VENDIDA para as compras reais.
2. “O volume da procura é um fluxo”. Explicita o significado desta afirmação.
O volume da procura é um fluxo: não é uma compra isolada que nos ocupamos, mas sim de fluxo contínuo de compras.
3. Indica as variáveis de que depende o volume da procura, explicitadas por Lipsey na função da procura.
- o preço do produto e todos os outros produtos
- o rendimento familiar
- os gostos da família
4. Explica por que razão o volume da procura varia inversamente com o preço do bem.
No caso de quase todos os produtos, a sua procura pelas famílias aumenta à medida que o seu preço baixa, permanecendo constantes o rendimento, gostos e todos os outros preços.
5. Explica como se chega à curva da procura a partir da função procura.
A curva da procura mostra a quantidade que os consumidores desejam comprar a cada preço.
6. Interpreta a inclinação descendente da curva da procura.
A sua inclinação descendente indica que quanto mais baixo for o preço maior será a quantidade que a família deseja comprar.
Volume da procura é uma quantidade desejada e é quantidade que os consumidores desejam comprar, não necessariamente a que eles compram efectivamente.
A expressão volume da procura para as compras desejadas, e expressões como QUANTIDADE ADQUIRIDA ou QUANTIDADE REALMENTE COMPRADA E VENDIDA para as compras reais.
2. “O volume da procura é um fluxo”. Explicita o significado desta afirmação.
O volume da procura é um fluxo: não é uma compra isolada que nos ocupamos, mas sim de fluxo contínuo de compras.
3. Indica as variáveis de que depende o volume da procura, explicitadas por Lipsey na função da procura.
- o preço do produto e todos os outros produtos
- o rendimento familiar
- os gostos da família
4. Explica por que razão o volume da procura varia inversamente com o preço do bem.
No caso de quase todos os produtos, a sua procura pelas famílias aumenta à medida que o seu preço baixa, permanecendo constantes o rendimento, gostos e todos os outros preços.
5. Explica como se chega à curva da procura a partir da função procura.
A curva da procura mostra a quantidade que os consumidores desejam comprar a cada preço.
6. Interpreta a inclinação descendente da curva da procura.
A sua inclinação descendente indica que quanto mais baixo for o preço maior será a quantidade que a família deseja comprar.
1. Distingue volume da procura de quantidade adquirida ou quantidade realmente comprada e vendida.
2. “O volume da procura é um fluxo”. Explicita o significado desta afirmação.
3. Indica as variáveis de que depende o volume da procura, explicitadas por Lipsey na função da procura.
4. Explica por que razão o volume da procura varia inversamente com o preço do bem.
5. Explica como se chega à curva da procura a partir da função procura.
6. Interpreta a inclinação descendente da curva da procura.
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